Acredito -- Saulo Fernandes

"(...) Eu acredito na força interior! A dor é sempre suportada...
Eu acredito em renascimento! A alma sempre renovada...
Eu acredito nas pessoas! O sorriso sempre insistirá...
Eu acredtio no amor! O sublime sempre reinará...
Eu acredito em mim! Minha luz sempre brilhará."

quinta-feira, 4 de março de 2010

inesperadamente esperado!

mal pude acreditar quando ouvir aquela voz ao telefone. 'oi moranguinho', quem mais me chamaria assim?! perguntei quase sem voz: 'quem é?' com medo de ter ouvido errado, espantada pelo fato daquilo está mesmo acontecendo. 'será que se esqueceu de mim mesmo, o único que te ama?' respondeu ele com aquele familiar tom, que ainda não fui capaz de fazer comparação digna. pleperxa sussurrei seu nome, como se pra mim mesmo. foi então que pude sentir o sorriso formando em seus lábios quando ele disse: 'sabia que você não ia me esquecer, porque você é a única que me ama'. sorri meio que sem graça, enquanto o coração paralisado, sentia voltar a pulsar não o sangue, mais a essência da vida humana, o amor. rapidamente quis saber onde ele estava, como estava, porque não me procurou. 'você não vai querer ter essa conversa no telefone, não você', e era a mais pura verdade. eu preciso estar olhando nos olhos dele quando fizer tais perguntas, preciso sentir a oscilação de sua respiração quando ele me responder. precisávamos nos encontrar. cara a cara. juntos num mesmo ambiente, respirando o mesmo ar. tudo o que esperei durante todo esse tempo. foi quando estava pensando nessas coisas que o ouvi pronunciar a mais singela prova silenciosa, e generosa de seu amor: 'você achou que eu não ia voltar, acha que não lia seu blog, que não vigiava seu orkut, que não pedia pra diego me contar o que acontecia com você? acha que eu poderia simplesmente viver fora da Bahia e esquecer tudo que aconteceu aqui, mudar de lugar eu até posso só não mudo meu sentimento por você'. 'o sentimento é eterno' sussurrei meio sem voz. 'então posso te ligar e marcar de nos vermos?'. com convicção respondi que 'sim'. e aquela despedida que achei nunca mais poder ouvir, e a tanto já poderia estar esquecida veio como canto aos meus ouvidos 'vai sonhar comigo, vai correr na rua pra me encontrar, vai disser que me ama e vai deixar eu te amar. um beijo no coração'. 'tchau, beijo' disse ao vento...

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